“Há momentos na vida em que o nosso cérebro parece preso por um único pensamento, que é moído e remoído infinitamente. A ideia ocupa-nos a todas as horas, inclusivamente as de sono, em que assume a forma de pesadelos agitados, para ao acordar descobrirmos com tristeza, que a noite não só não foi boa conselheira, como nos deixou exaustos, e de volta à casa de partida.”
Quanto a isto só tenho a dizer:
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